sábado, março 17, 2007

Reinhard Simon



a transitoriedade das coisas táteis.


teu não-falar.
vasinho partido que eu colei quieta.
no vão entre a cômoda e a escavadeira.





10 comentários:

caeiro disse...

"a transitoriedade das coisas táteis". cara, nem sei dizer o quanto gostei disso. versinho curto. lacônico e, não sei como, ao mesmo tempo delicado.

eduardo disse...

Um verso trasbordando nas entrelinhas...

comadrinha disse...

Subi as escadas e, ainda que meio ofegante, cheguei ao 32!
Veja lá!!
Que delícia!!! Adorei a surpresa.
Beijão e saudades.

ácido poético disse...

E eu sinto, além do tato, a força do sentimento através das palavras. Maravilhos.
Beijos entre a cômoda e o comodismo
Brunø

ediney santana disse...

poemas de beleza e alegrias calmas, adorei todos os teus textos
abraços

douglas D. disse...

poesia-memória
de um azul-silêncio
que fala...

douglas D. disse...

quase esqueci:
na tua casa, a foto ganhou mais sentidos.

F. Reoli disse...

Quão grande e quão próximos esses nichos que separam sentimentos: coração!
Beijos

Boteco do Ribeiro disse...

salve ana, muito legal teu blog. vou telinkar no meu boteco, mas normalmente uso o nome do blogueiro. seu nome é ana...? beijo

Maria Patricia disse...

Marie, esse tão sonoro me lembrou de um poema do Caetano que começa: Olhar colírico, Lírios plásticos do campo e do contracampo, Telástico cinemascope. Teu sorriso, tudo isso. Tudo ido e lido e lindo e vindo do vivido (...)

 
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