domingo, novembro 25, 2007

...

Katrin Zeidler

pontaria


equilibrada sobre o pé direito, mais uma vez, a menina desistiu da brincadeira. nunca. atirada de sua mão, a maldita pedra nunca caía no céu. no pequeno espaço, para poucos, desenhado com giz, no final da amarelinha.
Eduardo Baszczyn

12 comentários:

Angela disse...

Lindo texto! e bela foto!
voltou bem, querida Ana!

F. Reoli disse...

Impactante!!!

Dani disse...

que saudades, minha querida amiga! ano que vm completaremos 10 anos de amizade... acho que precisamos comemorar. de preferência JUNTAS! te amo muito. bisou.

Cesar Ribeiro disse...

salve ana, tudo jóia? puxei pro meu blog os cabelos que sobraram, com link pro teu blog e o que manda o figurino. textaço. beijo

Maria Muadié disse...

Muito bom seu blog. Belas fotos e textos instigantes.

gdec disse...

Bonitos que sejam os textos dos outros, prefiro os seus,
Por quê, o seu silêncio?
Geraldes de Carvalho

L. Rafael Nolli disse...

é ana, o céu não é mesmo para todos. Achei bacana esse poema, pois reflete um assunto muito sério utilizando como ponto de partida uma simples e inocente brincadeira de criança! legal!

. li disse...

gostei muito do pouco que pude ler.
muito bom isso aqui!

Helio Lambais disse...

Lindo demais... sutil demais...
sabe muito bem como tocar as pessoas !!!!!!

Bjus

Helio Lambais disse...

Lindo e sutil !!!!!!

Apaixonante, tocante...

gdec disse...

Preocupa-me muito o seu silêncio.

geraldes de carvalho

André L. Soares disse...

FELIZ
(André L. Soares)
.
De hoje até sempre,
fica estabelecido:
todos os corações serão puros,...
tão abertos e francos
quantos os sorrisos;
a partir de então,
pela graça
de um presente Divino,
só haverá manhãs de sol
e todos os dias
serão ‘domingo’!
.
.
.



Obrigado por caminhar esse ano ao meu lado.
Feliz Natal e próspero Ano Novo!

André L. Soares
.
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.

 
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